ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NOSSA RESPONSABILIDADE PARA COM NOSSOS PACIENTES É SEMPRE DIVIDIR E ASSUMIR O COMPROMISSO MÉDICO MORAL, PARA QUE OS RESULTADOS SEJAM COERENTES, E CLINICAMENTE O MAIS ADEQUADO POSSÍVEL.

Também é útil para identificar os Próprios preconceitos. Fazer perguntas que possam relaxar , ser úteis e seguir valores humanos importantes a este respeito.
1.Podemos fazer suposições com base apenas no peso, no sobrepeso, na obesidade, quanto uma pessoa de caráter, inteligência, sucesso profissional, e quanto ao estado de saúde, ou comportamento de seu estilo de vida, sem termos o cuidado de agredir essas pessoas? È claro que não;
2.Sentir-se confortável e fazer uma reflexão se estamos trabalhando com pessoas de todas as formas e tamanhos;
3.Precisamos dar um feedback adequado para encorajar a mudança de comportamento saudável através de avaliações seguras e não exageradas que provoquem inibição ou até, relatado muitas vezes pela agressividade de nosso posicionamento;
4.Estou sensível às Necessidades e Preocupações dos indivíduos obesos;
5.Devemos tratar o indivíduo, bem como sua condição, com dignidade e respeito. Todos estes problemas fazem parte da característica humana, e como apresentamos no parâmetro principal, o titulo, não é possível para o ser humano viver de forma isolada seja na terra ou em uma estação espacial, estas são verdades que se não forem levadas a sério podem desencadear depressão suficiente para uma atitude extrema de se excluir e não querer viver mais planeta.
NUMCA SE ESQUECA QUE O PACIENTE OBESO, COM SOBREPESO, OBESIDADE VISCERAL, CENTRAL , ABDOMINAL , PROCURA O ENDOCRINOLOGISTA PARA UM TRATAMENTO COMPLEXO E DEMORADO, TODOS NÓS PROFISSIONAIS DA ÁREA, TEMOS QUE TER EM MENTE QUE O PACIENTE NÃO TEM QUE CONHECER TÉCNICAMENTE AS PATOLOGIAS (DOENÇAS) QUE O AFLIGEM, MAS DEVE PARTILHAR DA RESPONSABILIDADE JUNTO COM O ENDOCRINOLOGISTA QUE PROCURA, E SENTIR A SEGURANÇA DE ESTAR EFETUANDO UM TRATAMENTO ADEQUADO, DIVIDINDO A  RESPONSABILIDADE COM SEU MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA.
AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM:28930
Como Saber Mais:
1.O endocrinologista deve efetuar exames clinicas adequados para paciente obesos? 
http://endocrinologiaclinica.blogspot.com
2.O paciente tem que ter consciência a respeito de seu tratamento? 
http://metabolismocontrolado.blogspot.com
3.Obesidade leva Hipertensão arterial sistêmica (pressão alta)? 
http://controladapressaoalta.blogspot.com
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Refêrencia Bibliográfica:
Neumark-Sztainer D, Story M, Harris T. atitudes e Crenças sobre a obesidade entre os professores da escola e dos prestadores de cuidados de saúde com adolescentes que resultados obtêm. J Nutr Educação. 1999; 31: 3-9. R Puhl, Brownell KD. Preconceito, discriminação, e obesidade. Obes Res. 2001; 9:788-805.
Roehling MV. Baseada Peso discriminação no trabalho: Aspectos psicológicos e jurídicos. Pers Psychol. 1999; 52: 969-1017.
Schwartz MB, O’Neal H, Brownell KD, Blair S, C. Billington Polarização de peso entre os profissionais de saúde especializada em obesidade. Obes Res.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: RELAÇÃO CINTURA/QUADRIL (R C/Q), DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL, É UM IMPORTANTE FATOR DE AVALIAÇÃO PARA O INFARTO DO MIOCARDIO (IM),HIPERTENSÃO ARTERIAL, RESISTÊNCIA A INSULINA E HIPERTRIGLICERIDEMIA.

As relações entre a massa de tecido adiposo, gordura (obesidade) intra abdominal, visceral, central abdominal e medida objetivamente ginóide (ginecóide) ou em formato mais feminino, (formato de pêra-feminóide), tanto em homens como em mulheres, tem o risco potencial de infarto do miocárdio (IM) tedo sido pouco investigada. Pesquisas tem sido efetuadas recentemente com o objetivo de verificar estas características, e suas associações entre a distribuição da gordura corporal e o risco de infarto do miocárdio , muito comum no caso de obesidade intra abdominal, principalmente ligadas a sindrome metabólica e seus componentes.
Em pesquisa recente foi observada a localização total e regional da gordura corporal com estas características, através da medição utilizando absortometria (aparelho idêntico ao que fazemos Densitômetria Ossea, e que também é possível quantificar a gordura corporal) por dupla emissão de raios-X (DEXA) em 2336 mulheres e 922 homens, dos quais 104 em seguida sofreram um infarto do miocárdio durante uma média de tempo de acompanhamento de 7,8 anos aproximadamente. Nas mulheres, o mais forte indicador, independente de infarto do miocárdio, foi a razão de apresentarem gordura abdominal, para as que apresentavam o formato corporal mais magro nos membros superiores típicos de mulheres com características ginecoides ou ginóide, com aumento de massa de gordura adiposa principalmente na região abdominal, após levar em consideração o ajuste para a idade e tabagistas. Esta relação também apresentou uma forte associação com a hipertensão, intolerância à glicose e hipertrigliceridemia, características que pode estar presente na síndrome metabólica. Em contraste, a proporção de pessoas que apresentavam a distribuição total de gordura com característica ginóide, ginecóide ou formato de pêra foram associadas com um risco reduzido de IM (infarto do miocárdio), que apresentavam redução do risco de hipertensão, redução do risco de intolerância à glicose e hipertrigliceridemia , bem como não apresentavam gordura abdominal muito pronunciada. Nos homens, a distribuição de tecido gorduroso (adiposo) , na forma ginóide, ginecóide ou formato de pêra, foi associado com uma diminuição do risco de IM  ( infarto do miocárdio),já o tecido gorduroso abdominal aumentado foi associado com hipertrigliceridemia. Apesar da síndrome metabólica ser um fator agravante para o risco cardiovascular, quando ocorre um aumento do quadril maior que o da cintura, apresentavam uma maior relação quadril/cintura(R Q/C), portanto o risco é menor para infarto do miocárdio.Apesar da síndrome metabólica ser um fator agravante para o risco cardiovascular, quando ocorre um aumento do quadril maior que o da cintura, apresentavam uma maior relação quadril/cintura(R Q/C), portanto o risco é menor para infarto do miocárdio.
 AUTORES PROSPECTIVOS:
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1. A relação quadril maior que o abdômen, pode dificultar o infarto do miocárdio mesmo com leve gordura visceral? 
http://imceobesidade.blogspot.com
2. A hipertensão arterial pode estar relacionada com infarto do miocárdio?
 http://hipertensaoarterial2.blogspot.com

3. A gordura visceral pode levar ao aumento de triglicerides? 

 http://gorduravisceral.blogspot.com 
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referências Bibliograficas:
International Journal of Obesity (2010) 34, 1752–1758; doi:10.1038/ijo.2010.102; published online 25 May 2010
P Wiklund, F Toss, J-H Jansson, M Eliasson, G Hallmans, A Nordström, P W Franks and P Nordström
1. Department of Surgical and Perioperative Sciences, Sports Medicine Unit, Umeå University, Umeå, Sweden
2. Department of Community Medicine and Rehabilitation, Geriatric Medicine, Umeå University, Umeå, Sweden
3. Department of Community Medicine and Rehabilitation, Rehabilitation Medicine, Umeå University, Umeå, Sweden
4. Department of Medicine-Geriatric, Skellefteå County Hospital, Skellefteå, Sweden
5. Department of Public Health and Clinical Medicine, Medicine, Umeå University, Umeå, Sweden
6. Department of Medicine, Sunderby Hospital, Luleå, Sweden
7. Department of Public Health and Clinical Medicine, Nutrition Research, Umeå University, Umeå, Sweden.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A OBESIDADE INTRA – ABDOMINAL, VISCERAL OU CENTRAL. É RECONHECIDA COMO UM IMPORTANTE FATOR DE RISCO PARA DIABETES TIPO 2, INDUZINDO RESISTÊNCIA À INSULINA E DISFUNÇÃO DAS CÉLULAS BETA-PANCREÁTICAS, O ARSENAL PARA O CONTROLE DO DIABETES TIPO 2 GANHOU RECENTEMENTE REFORÇOS DE PESO.

A obesidade intra – abdominal, visceral ou central é reconhecida como um importante fator de risco para diabetes tipo 2, induzindo resistência à insulina e disfunção das células beta-pancreáticas. Esses defeitos relacionados à obesidade o sobrepeso, obesidade intra – abdominal visceral ou central tendem a progredir após o ganho de peso e pode levar a hiperglicemia piorando ao longo do tempo. Assim, a gestão (controle) efetivo de peso é fundamental para o controle glicêmico (açúcar) em pacientes com sobrepeso e obesos, obesidade intra – abdominal, visceral ou central com diabetes tipo 2. Atual padrão de estratégias de controle de peso nestes pacientes incluem intervenções de estilo de vida e farmacoterapia( medicação). A cirurgia bariátrica tornou-se uma opção promissora para o tratamento de pacientes obesos com diabetes tipo 2 mas apenas como indicação em ultima instância da classificação de obesos (acima do tipo 3) e, nos últimos anos Incretinas terapias baseadas tornaram-se disponíveis, que apresentam efeitos favoráveis ​​no peso corporal. Incretinas são uma família de hormônios produzida pelo intestino, capaz de potencializar a secreção da insulina. Com cerca de 180 milhões de doentes em todo o mundo, 10 milhões deles no Brasil, o diabetes se caracteriza por uma deficiência na produção ou na ação do hormônio insulina, o que leva a um aumento exagerado da glicemia. As incretinas (em forma de medicamentos) ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. “O uso das incretinas abre uma frente ainda inexplorada e com perspectivas excelentes para o tratamento da doença. A grande vantagem dos novos tratamentos é promover a secreção de insulina, de forma muito parecida à natural, em sintonia com a demanda do organismo (denominada substancias terapêuticas inteligentes). 
Os antidiabéticos tradicionais não têm esse “termômetro”. Eles estimulam a produção de insulina mesmo quando a glicemia está normal. Além de exaurirem as células produtoras do hormônio, aumentam o risco de hipoglicemia (baixa exagerada de açúcar). Nisto, a eficácia das intervenções disponíveis como a perda de peso é avaliado e o papel dos novos agentes anti-diabéticos examinados, focalizando nas terapias baseados em Incretinas.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1.A genética esta associada a obesidade intra abdominal para desencadear o diabetes mellitus tipo2 ?
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com
2. O mecanismos subjacentes da doença (diabetes) geralmente tem progresso durante vários anos antes da manifestação clínica do diabetes tipo 2  ?
http://gorduravisceral.blogspot.com/
3. A obesidade o sobrepeso, obesidade intra – abdominal visceral ou central é reconhecida como um importante fator de risco para diabetes tipo 2 ?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 
Referências Bibliográficas:
1.TS Burgert, Taksali SE, J Dziura, et al. níveis de alanina aminotransferase e fígado gordo da obesidade infantil: associações com a resistência à insulina, adiponectina e gordura visceral. J Clin Endocrinol Metab. 2006;. 91:4287-4294 
2.Randle Garland, PB PJ, CN Hales, EA Newsholme. A glicose no ciclo do ácido graxa. Seu papel na sensibilidade à insulina e os distúrbios metabólicos da diabetes mellitus. Lancet. 1963;. 1:785-789 
3.Frayn KN. Visceral e resistência à insulina gordura – causal ou correlativa. Br J Nutr. 2000; 83 Suppl 1: S77-. S71
4.Gade W, J Schmit, Collins M, J. Gade obesidade além: o diagnóstico e a fisiopatologia da síndrome metabólica.Sci Lab Clin. 2010; 23:51-61
5.Klein S, L Fontana, VL jovem, et al. Ausência de um efeito da lipoaspiração na ação da insulina e fatores de risco para doença cardíaca coronariana. N Engl J Med. 2004; 17:350:2549-2557.
6.Mohammed BS, Cohen S, D Reeds, Young VL, S. Efeitos a longo prazo Klein de lipoaspiração de grande volume de fatores de risco metabólicos para doenças coronarianas. Obesidade (Silver Spring). 2008;. 16:2648-2651 
7.Lear SA, KH Humphries, S Kohli, Chockalingam A, Frohlich Birmingham, CL JJ. Acúmulo de tecido adiposo.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DOENÇAS PROVOCADAS POR GORDURA, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL E LEVANDO A DESORGANIZAÇÃO DO SISTEMA CARDIOMETABÓLICO, COMPROMETENDO AINDA SISTEMA RESPIRATÓRIO, VASCULAR E DIABETES MÉLLITOS TIPO 2, MECANISMO DE DESENCADEAMENTO DA SÍNDROME METABÓLICA.

Na década de 1960, um bioquímico chamado PJ Randle informou sobre a concorrência de gordura e de glicose para a entrada na célula humana com função já estabelecida de dentro da célula ser transformado em energia, através de um mecanismo celular descoberto pelo bioquímico alemão Hans Krebs que desvendou a reação, em 1938, e como consequência disso recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia em 1953. O que foi muito bem descrita como uma célula ter a sua escolha energética, para executar as funções dentro das células. Se ocorrer com pessoas magras e não muito bem alimentada as substâncias de reserva estarão disponíveis, e com muito pouca insulina desencadeada para suprir a necessária do transporte da glicose para dentro das células(este mecanismo é denominado cientificamente de ciclo de Krebs). Se o alimento é abundante, porém, a célula pode funcionar com ácidos graxos (glicogênio) ou glicose. Os ácidos graxos estão circulando no fluxo de sangue, sendo assim ocorre mais necessidade de insulina, e é necessário obter mais ácidos graxos e glicose para que ocorra a produção energética dentro das células. Assim, quando o corpo produz mais gordura visceral, Central, gordura intra-abdominal, ocorre uma abundância de ácidos graxos no sangue, e desta concorrência será transformada em glicose para a entrada nas células, que por sua vez, aumenta a quantidade de insulina necessária. Esta é a chamada resistência à insulina, porque mais insulina é necessária para transportar a mesma quantidade de glicose para dentro das células. A insulina é responsável por transporte da gordura transformada em açúcar ou denominada de glicose para dentro das células. Assim, é fácil ver que, como os níveis de ácidos graxos aumenta com o ganho de peso, mais insulina é necessária para conduzir os ácidos graxos e glicose intra celular e receber a matéria prima para ser transformada em energia. Como você pode imaginar, o corpo só pode produzir mais insulina no caso, eventual do pâncreas não conseguir acompanhar essas demandas maior de produção de insulina, e como se percebe, a insulina é o transporte da glicose ou substância energética. Este é o primeiro passo para a diabetes, principalmente o diabetes tipo 2, e a glicose do sangue vai começar a aumentar seu deposito na circulação por causa de uma combinação de insulina e resistência à incapacidade de fazer o suficiente. Como esse estado de ganho de peso na obesidade central, intra-visceral, abdominal e resistência à insulina em conjuntos, desencadeia outros fatores de risco, que acaba por fim comprometendo o sistema cardiometabólico. 
Alterações lipídicas conhecidas como dislipidemia, colesterol total, mal colesterol LDL, descontrole do bom colesterol – HDL, começam a ocorrer queda nas lipoproteínas de alta densidade ( HDL) colesterol (e um aumento nos níveis de triglicérides. Neste ponto a pressão arterial pode começar a subir. Este movimento de fatores de risco cardiometabólico na direção errada é comumente conhecida como síndrome metabólica. Esta lista de muitos fatores de risco cardiometabólico, comumente reconhecido por algumas das principais sociedades de profissionais, e a cada dia que passa, incluímos novos comprometimentos metabólicos nesta doença cíclica e mortal, caso não seja tratada a tempo. Portanto, tudo começa com uma aparente, silenciosa e inofensiva associação entre a genética e ganho de peso na obesidade central, intra-visceral, abdominal.
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1.A genética esta associada a obesidade intra abdominal para desencadear o diabetes mellitus tipo2 ? 
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2. Qual a função da glicose dentro das celulas
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3. A insulina é responsável por transporte da gordura transformada em açúcar ou denominada de glicose para dentro das células
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Referências Bibliográficas:
1.E Ravussin, SR Smith. O aumento da ingestão de gordura, diminuição da oxidação de gordura e falta de proliferação de células de gordura em resultado o armazenamento de gordura ectópica, resistência à insulina e diabetes mellitus tipo 2. Ann NY Acad Sci. 2002;. 967:363-978. 
2.Ferreira eu MB Snijder, JW Twisk, et al. Central de massa gorda em relação a massa gorda e magra periféricos: oposto (negativo versus favorável) associações com rigidez arterial? O Crescimento de Amesterdã e do Estudo Longitudinal de Saúde. J Clin Endocrinol Metab. 2004;. 89:2632-2639. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTUDO INTERNACIONAL DE PREVISÃO DA ADIPOSIDADE GORDURA INTRA-ABDOMINAL (OBESIDADE) E SUAS RELAÇÕES COM RISCO CARDIO METABÓLICO / GORDURA INTRA-ABDOMINAL.

INVESTIGADORES ENCONTRARAM ASIÁTICOS COM UM IMC DE 23 KG/M² QUE APRESENTAVAM A MESMA QUANTIDADE DE GORDURA VISCERAL QUE OS BRANCOS COM UM IMC DE 27-28 KG/M².

Este achado, cria uma nova situação para se fazer o diagnóstico da obesidade intra-abdominal, visceral ou central, para não deixarmos tornar ainda mais devastador e complexo, o desenvolvimento desta doença, assim como os protocolos de diagnósticos muito mais difíceis para médicos clínicos para efetuarem de forma mais correta sua observações, que conforme alguns pesquisadores prospectivos, já era questionável. Isto explica, em parte, porque a obesidade visceral, intra-abdominal ou central assim como a gordura no fígado (esteatóse hepática), ocorria de forma significativa também em pacientes magros, ou seja, sem a gordura distribuída por todo o organismo como gordura de revestimento.As pessoas descendentes de asiáticos podem não ter um ganho de peso, mas depositam com mais facilidade gordura visceral, devido a hábitos e características genéticas e mais, gordura no fígado (esteatóse hepática), e como conseqüência, eles poderão ter risco aumentado de desenvolver diabetes méllitus tipo 2, do que os caucasianos com o mesmo IMC. Esta não é a primeira vez que se observam diferenças étnicas em relação à deposição de gordura visceral, intra-abdominal ou central, nem mesmo considerando-se a gordura intra-hepática (esteatóse hepática), mas é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas.
 A observação é especialmente notável, porque o sedentarismo é cada vez mais comum entre os asiáticos e seus descendentes com a modernização, que vem transformando o mundo, dado que se observa em termos de fatores de risco étnico, visto que os efeitos cardiovasculares da modernização, tem sido sentido pela população mundial de forma devastadora. Peter Libby, MD, chefe de medicina cardiovascular na Harvard Medical School – Boston – Massachusetts, disse que a elucidação das diferenças étnicas é de vital importância. “Esta é uma observação importante”, disse ele. “Os asiáticos podem armazenar metabolicamente perigosos [níveis] fora de proporção, de gordura intra-abdominal, visceral, central, esteatóse hepática com relação ao IMC. Acho que os médicos podem estar subestimando o risco cardiometabólico, quando estiver usando o IMC, “dentro dos parâmetros conhecidos como normais” apenas em pessoas de ascendência asiática, esquecendo que pode estar acontecendo o mesmo com os caucasianos, devido à diversificação, mescigenização e hábitos raciais”. Isto é, um alerta importante e mais preciso, que como médicos e como povo nós precisamos levar muito a sério, observações sérias como estas, pois se desejamos ter uma melhor qualidade de vida, uma maior sobrevida com qualidade de sobrevivência sem sofrimentos, é importante tomarmos atitudes preventivas já.
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1.A observação de que o IMC varia com a etnia, mescigenização e hábitos raciais é importante?
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2.O risco de risco cardiometabólico para o IMC “dito dentro dos padrões da normalidade” é maior em descendentes de asiáticos?
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3. Esta é a primeira vez que as diferenças foram validadas com protocolos científicos precisos através de testes padronizados e CT, tomografias computadorizadas?
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Referências Bibliográficas:
Peter Libby, MD – Chefe de Medicina Cardiovascular na Harvard Medical School – Boston – Massachusetts – USA Jean-Pierre Després, PhD, FAHA, da Universidade Laval – Quebec – Canadá.
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